quinta-feira, 2 de agosto de 2018
CORUJAS
As corujas são animais noturnos, ou as vezes saem para caçar de dia, elas comem animais pequenos como: ratos, cobra, lagartos, etc... Geralmente elas são conhecidas como: duas caras. Pois elas conseguem girar o pescoço 180º para traz. Existem 133 espécies delas das quais mais de vinte se encontram em perigo de extinção caso de várias corujas nativas de florestas tropicais.
Moram em ninhos que ficam em cima de árvores. Na região do Amazonas, algumas espécies também são chamadas de murutucu.
A superstição popular diz que adivinham a morte com o seu piar e esvoaçar. Julgava-se também que essas aves gostam de azeite por visitarem as igrejas durante a noite, onde existiam lamparinas de azeite acesas. Na realidade elas procuravam os insetos atraídos pela luz das lamparinas. Os filhotes de corujas podem ser vítimas de outros predadores como o gavião.
A coruja quando adulta pesa aproximadamente 400g e mede mede entre 53 e 65 cm de comprimento. Os filhotes dela, como todo e qualquer pássaro, não sabe voar e tem de ficar até um certo tempo no ninho, até que ele aprenda a voar, quando isso não acontece eles ficam desprotegidos e sozinhos no alto das arvores, onde os ninhos ficam.
Fonte: http://animaisdoblogcurioso.blogspot.com
quinta-feira, 21 de junho de 2018
Ciências
Amanhã dia 22 de Junho na Disciplina de Ciências não Haverá atendimento nos Períodos da Manhã e Noite.
segunda-feira, 18 de junho de 2018
Ciências Naturais: Dia do Meio Ambiente
Ciências Naturais: Dia do Meio Ambiente: Sapinho recém-descoberto na Serra do Mar possui toxina do baiacu Até 2014 nem a ciência sabia da existência do pingo de ouro. Animal...
Outono - Inverno As doenças mais comuns nestas épocas
Resfriado – É uma infecção leve das vias aéreas superiores (nariz e garganta), que apresenta coriza, espirros com ou sem febre moderada e pode ser causada por alergias e vírus. Os medicamentos apenas amenizam os sintomas. Para prevenir, evite o frio e as bebidas geladas e não permaneça em ambientes aglomerados, fechados e pouco ventilados.
Gripe– É uma doença muito contagiosa que ataca as vias respiratórias (nariz, garganta e pulmões) e é causada por vírus. Assim como o resfriado, não existe remédio para a cura, mas sim para aliviar seus sintomas. Febre alta, dores musculares e articulares, dores de cabeça e inflamação dos olhos são alguns deles. A melhor prevenção é a vacina.
Bronquite – É uma reação inflamatória dos brônquios que impede que o ar chegue aos pulmões. Assim como outras doenças inflamatórias, o catarro, a tosse seca com chiado são os principais sintomas, seguidos pela tosse com escarros, dor atrás do osso do peito, fadiga, mal-estar geral e febre. Acredita-se que alergias, irritações causadas por fumaça ou fumo, poeira e infecções respiratórias ou agentes ambientais como a neblina podem ser os causadores da doença. A prevenção é evitar locais poluídos.
Pneumonia – É uma infecção aguda que atinge os pulmões inteiros ou em partes. Os sintomas são a tosse com expectoração de secreção amarela ou verde, às vezes marrom devido a presença de sangue, dor no tórax, que piora com a respiração, febre alta, calafrios, suor e palidez. A melhor prevenção é a vacina, não fumar, tratar com atenção as doenças respiratórias, evitar ambientes fechados e repousar muito em caso de gripe ou bronquite forte.
Alergia– Ocorre quando o organismo reage com exagero a alguma substância estranha. Os sintomas são parecidos com o do resfriado como coceira nos olhos e na pele. Pode ocorrer também edema(inchaço) das mucosas e risco, muito raramente, de anafilaxia que é o fechamento da glote na laringe dificultando ou impedindo a passagem do ar causando a asfixia. Para prevenir é preciso saber o agente causador da alergia, diagnosticado por um médico especialista.
Rinite – É uma inflamação não contagiosa das mucosas do nariz e atinge cerca de 30% da população. Ela quase sempre é causada por alergias ou por reações a fumaça e outros agentes ambientais. Nariz escorrendo, coceira nos olhos, no nariz e na boca, espirros e, às vezes, um pouco de febre são sintomas. Evitar permanecer em locais fechados e com mofo, não fumar, evitar cheiros fortes como perfume, tintas etc, são alguns dos cuidados.
Tomando todos esses cuidados podemos aproveitar o frio do outono e inverno para ler um livro ou assistir aquele filme.
Aproveitem enquanto ainda temos dias ensolarados para lavar os cobertores e casacos que estão guardados evitando usar roupas com cheiro de guardado no fundo do armário cheia de mofo e ácaros.
Fonte: Dra. Lívia Zimmermann
Nutrologia e Endocrinologia
http://www.vaniaassaly.com.br/artigos.asp?artigoID=26
Gripe– É uma doença muito contagiosa que ataca as vias respiratórias (nariz, garganta e pulmões) e é causada por vírus. Assim como o resfriado, não existe remédio para a cura, mas sim para aliviar seus sintomas. Febre alta, dores musculares e articulares, dores de cabeça e inflamação dos olhos são alguns deles. A melhor prevenção é a vacina.
Bronquite – É uma reação inflamatória dos brônquios que impede que o ar chegue aos pulmões. Assim como outras doenças inflamatórias, o catarro, a tosse seca com chiado são os principais sintomas, seguidos pela tosse com escarros, dor atrás do osso do peito, fadiga, mal-estar geral e febre. Acredita-se que alergias, irritações causadas por fumaça ou fumo, poeira e infecções respiratórias ou agentes ambientais como a neblina podem ser os causadores da doença. A prevenção é evitar locais poluídos.
Pneumonia – É uma infecção aguda que atinge os pulmões inteiros ou em partes. Os sintomas são a tosse com expectoração de secreção amarela ou verde, às vezes marrom devido a presença de sangue, dor no tórax, que piora com a respiração, febre alta, calafrios, suor e palidez. A melhor prevenção é a vacina, não fumar, tratar com atenção as doenças respiratórias, evitar ambientes fechados e repousar muito em caso de gripe ou bronquite forte.
Alergia– Ocorre quando o organismo reage com exagero a alguma substância estranha. Os sintomas são parecidos com o do resfriado como coceira nos olhos e na pele. Pode ocorrer também edema(inchaço) das mucosas e risco, muito raramente, de anafilaxia que é o fechamento da glote na laringe dificultando ou impedindo a passagem do ar causando a asfixia. Para prevenir é preciso saber o agente causador da alergia, diagnosticado por um médico especialista.
Rinite – É uma inflamação não contagiosa das mucosas do nariz e atinge cerca de 30% da população. Ela quase sempre é causada por alergias ou por reações a fumaça e outros agentes ambientais. Nariz escorrendo, coceira nos olhos, no nariz e na boca, espirros e, às vezes, um pouco de febre são sintomas. Evitar permanecer em locais fechados e com mofo, não fumar, evitar cheiros fortes como perfume, tintas etc, são alguns dos cuidados.
Tomando todos esses cuidados podemos aproveitar o frio do outono e inverno para ler um livro ou assistir aquele filme.
Aproveitem enquanto ainda temos dias ensolarados para lavar os cobertores e casacos que estão guardados evitando usar roupas com cheiro de guardado no fundo do armário cheia de mofo e ácaros.
Fonte: Dra. Lívia Zimmermann
Nutrologia e Endocrinologia
http://www.vaniaassaly.com.br/artigos.asp?artigoID=26
segunda-feira, 4 de junho de 2018
Dia do Meio Ambiente
Sapinho recém-descoberto na Serra do Mar possui toxina do baiacu
Até 2014 nem a ciência sabia da existência do pingo de ouro. Animal raro é menor do que uma unha e só existe na região.
Um morador da mata que há cerca de 40 milhões de anos vivia no anonimato. Tão escondido que, até 2014, nem a ciência sabia da existência dele. O Globo Repórter visita as matas do Núcleo Cunha, no Parque Estadual da Serra do Mar. Este animal minúsculo, raríssimo, só existe nesta região. E nas alturas, entre 900 e mil metros. É o sapinho pingo de ouro.
Menor do que uma unha, eles têm uma toxina na pele, que é a mesma do peixe baiacu. Os efeitos sobre os animais e homens ainda não são conhecidos, mas dá para saber que eles são tóxicos pela coloração forte alaranjada.
A notícia que as biólogas trazem não poderia ser melhor: na área onde vivem os sapinhos a mata está intocada. Essa espécie, que depende de florestas úmidas em bom estado de conservação, só ganhou reconhecimento científico depois de um exaustivo trabalho.
fonte: http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2018/06/sapinho-recem-descoberto-na-serra-do-mar
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Nasceu em São Paulo o primeiro Coala brasileiro
Nasceu em São Paulo o primeiro coala “brasileiro”. O bebê coala é filho (ou filha) de um casal de coalas australianos que chegou no Aquário de São Paulo em 2016. Na Austrália, os coalas estão em risco de extinção.
A veterinária Laura Reisfeld explica que o nascimento do bebê é uma prova que o trabalho com os coalas está dando certo. “Os coalas estão aqui no aquário há um ano e meio, só que antes deles chegarem , a gente estava há cinco anos se preparando para essa chegada”, diz.
“Foi muito estudo, foi muita preparação conversou -se com outros zoológicos, o tempo de reprodução demora muito mais, então demora alguns anos. E em um ano que eles estavam aqui, foi em agosto do ano passado que eles copularam, e a fêmea engravidou.”A mãe guarda o filhote dentro da bolsa. Ele deve ficar ainda mais um mês até ir para as costas da mãe.
fonte: http://universoincrivel.com.br/
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Descobrimento do Brasil: as doenças trazidas pelos europeus.
No dia, 17, 18 e 26 \04 foi realizada a atividade cultural nas disciplinas de Ciências e História com o tema Descobrimento do Brasil: as doenças trazidas pelos europeus.
A atividade foi ministrada pelos professores: André, Elisabete, Gerson, Maju e Rosângela.
Destacando com a chegada dos Europeus, a vida dos povos Indígenas sofreram uma mudança sociocultural, pois os mesmo possuíam uma excelente saúde e com esta chegada os portugueses trouxeram junto as doenças como: Varíola, Hanseníase, Malária, Sarampo, Tuberculose.
A atividade foi ministrada pelos professores: André, Elisabete, Gerson, Maju e Rosângela.
Destacando com a chegada dos Europeus, a vida dos povos Indígenas sofreram uma mudança sociocultural, pois os mesmo possuíam uma excelente saúde e com esta chegada os portugueses trouxeram junto as doenças como: Varíola, Hanseníase, Malária, Sarampo, Tuberculose.
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