sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

SAÚDE

Saiba o que é mito e o que é verdade sobre a febre amarela

Febre Amarela

Muitas informações enganosas estão sendo divulgadas sobre a doença e sobre a vacinação. Não acredite em recomendações anônimas e fique atento às indicações do Ministério da Saúde.
Publicado01/02/2018 11h51Última modificação01/02/2018 11h51
Banner%5d Febre Amarela VerdadeMito-01
A transmissão de febre amarela se dá apenas por meio da picada de mosquito. Os macacos são, assim como os humanos, apenas hospedeiros do vírus e servem como indicador da presença da doença em uma região. Eles não devem, em hipótese alguma, ser mortos pela população. Caso um macaco morto ou doente seja encontrado, o cidadão deve informar ao serviço de saúde de sua cidade ou estado pelo telefone 136.
Banner Febre Amarela Verdade Mito-02
Apenas a picada dos mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes transmitem o vírus em áreas silvestres. Nas áreas urbanas, o Aedes aegypti (o mesmo que transmite dengue, zika e chikungunya) é o transmissor. Não existe contaminação entre humanos ou por meio de outro animal, como o macaco.
Banner Febre Amarela VerdadeMito-03
Desde 2017, o Ministério da Saúde segue a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e indica apenas uma dose da vacina, válida por toda a vida. Mesmo durante surtos, não é indicado se vacinar mais de uma vez contra a doença, já que isso não vai deixar a pessoa mais protegida.
Banner Febre Amarela VerdadeMito-04
A vacinação fracionada apresenta, de acordo com o Ministério da Saúde, a mesma eficácia que a dose única padrão. A proteção é de, pelo menos, oito anos. O fracionamento é recomendado pela OMS quando há aumento na morte de macacos e de casos da febre amarela silvestre e risco de expansão da doença em cidades com índice populacional alto.
Banner Febre Amarela VerdadeMito-05
Divulgada em aplicativos de mensagem, a informação de que tomar própolis afasta os mosquitos é falsa. Para evitar as picadas, o recomendado é utilizar roupas de manga longa e repelentes liberados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de instalar telas de proteção em portas e janelas. Também se certifique de que não há água parada em casa, possível criadouro dos mosquitos.
Banner Febre Amarela VerdadeMito-06
A vacina é eficaz e segura. A vacinação não é indicada apenas para pessoas com alergia grave ao ovo; portadores de doença autoimune; crianças menores de seis meses; pessoas que vivem com HIV/Aids (com contagem de células CD4 menor que 350 células/mm3); e pacientes de quimioterapia/radioterapia.
Banner Febre Amarela VerdadeMito-07
A vacina não é indicada às gestantes, mas é preciso avaliar os riscos e benefícios junto ao serviço de saúde caso a mulher esteja em local com surtos, epidemias ou vá viajar para área com risco. Da mesma forma, mulheres que amamentam bebês maiores de 6 meses de idade podem ser vacinadas, dependendo do local onde estejam. Mães de bebês com menos de 6 meses devem evitar a vacinação.
Banner Febre Amarela VerdadeMito-08
Não há registro de febre amarela urbana no Brasil desde 1942. Moradores de áreas rurais ou mata, ou viajantes que pretendem visitar esses lugares, devem tomar a vacina.  
Quatro fatos sobre a febre amarela

Clique no titulo para acessar a pagina do Bio-Manguinhos


Mulher com náusea e dor de cabeça. Close de um mosquito transmissor da doença e dos olhos e pele amarelados, um sintoma comum.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Atividades culturais do 1º Semestre

Dia Mundial da Água

SOBRE A HISTÓRIA DO DIA MUNDIAL DA ÁGUA:

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. Por isso, o dia 22 de março de cada ano é destinado à discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) está sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.
No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.
Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes no dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.
Como forma de comemorarmos esse dia exibimos o documentário “Sorocaba, o rio de nossas vidas” com direção, edição e pesquisa de José Carlos Fineis e Sandra Nascimento.
Esse documentário foi produzido pela Loja de Ideias, com recursos da Lei de Incentivo à Cultura de Sorocaba (Linc), o documentário Sorocaba, o Rio de Nossas Vidas retrata este rio do interior de São Paulo, em sua multiplicidade de aspectos humanos, geográficos, históricos e ambientais. O Sorocaba, que se estende desde Ibiúna até Laranjal Paulista (onde deságua no Tietê), passando por cidades como Sorocaba e Votorantim, vem sendo despoluído e voltando a fazer parte do cotidiano da população, depois de receber por mais de um século despejos industriais e esgotos domésticos e de ser considerado, em alguns trechos, um rio sem vida.

Atividade desenvolvida pelo Professor  Gerson Gomes:




Sustentabilidade com Arte: Jardim Vertical


Atividade desenvolvida em conjunto com as disciplinas de Arte (Profª Adriana), Ciências (Profª Marisol) e Biologia (Profª Camila), na Semana  do Meio Ambiente, cuja proposta foi de discutir e refletir a relação Consumismo X Meio Ambiente e trazer sugestões criativas para reaproveitamento de materiais recicláveis do nosso dia a dia.
A finalização da atividade ocorreu com a participação dos alunos na elaboração de jardim vertical feito com paletes e garrafas pet, que passou a ornamentar a escola.
















terça-feira, 6 de junho de 2017

Documentário - Meio Ambiente


Home é um documentário lançado em 2009, produzido pelo jornalista, fotógrafo e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand. O filme é inteiramente composto de imagens aéreas de vários lugares da Terra. Mostra-nos a diversidade da vida no planeta e como a humanidade está ameaçando o equilíbrio ecológico.




https://br.video.search.yahoo.com/search/video?fr=mcafee&p=home+nosso+planeta#id=1&vid=9cf3eedeb11039373db86c348a2d87ad&action=click

Semana do Meio Ambiente


segunda-feira, 20 de março de 2017

Sistema Digestivo, Sistema Digestório

Sistema Digestório (antes Sistema Digestivo ou Aparelho Digestivo) é formado por um conjunto de órgãos cuja função é transformar os alimentos, por meio de processos mecânicos e químicos.
Sistema Digestivo, Sistema Digestório
Componentes do Sistema Digestório
O Sistema Digestório (nova nomenclatura) divide-se em: Tubo digestório (propriamente dito) e os Órgãos anexos.
O tubo digestório (antes conhecido por tubo digestivo) divide-se em: altomédio e baixo:

·         Tubo digestório alto: boca, faringe e esôfago.
·         Tubo digestório médio: estômago e intestino delgado (duodeno, jejuno e íleo).
·         Tubo digestório baixo: intestino grosso (ceco, cólon ascendente, transverso, descendente, a curva sigmoide e o reto).
·         Órgãos anexos: glândulas salivares, dentes, língua, pâncreas, fígado e vesícula biliar.


Tubo Digestório Alto
Formado pela boca, faringe e esôfago.
Sistema Digestivo, Sistema Digestório
Órgãos e anexos do Trato Digestório Alto

BOCA
A boca é a porta de entrada dos alimentos no tubo digestivo. Corresponde a uma cavidade forrada por mucosa, onde os alimentos são umidificados pela saliva, produzida pelas glândulas salivares.
Com isso, durante a mastigação os alimentos passam primeiro pelo processo da digestão mecânica, ação dos dentes e da língua. Posteriormente, passam pela atividade enzimática da ptialina (amilase salivar). Sendo assim, na rápida passagem dos alimentos pela boca, a ptialina começa a atuar sobre o amido (encontrado na batata, farinha de trigo, arroz) transformando-o em moléculas menores de maltose.

FARINGE
A faringe é um tubo muscular membranoso, que se comunica com a boca, através do istmo da garganta e na outra extremidade com o esôfago. Para chegar ao esôfago, o alimento, depois de mastigado, percorre toda a faringe, que é um canal comum, para o sistema digestório e o sistema respiratório.
No processo de deglutição, o palato mole é retraído para cima e a língua empurra o alimento para dentro da faringe, que se contrai voluntariamente e leva o alimento para o esôfago. Nesse momento a epiglote fecha o orifício de comunicação com a laringe, impedindo a penetração do alimento nas vias respiratórias.

ESÔFAGO
Sistema Digestivo, Sistema Digestório
O esôfago é um conduto musculoso, controlado pelo sistema nervoso autônomo. Assim, por meio de ondas de contrações, conhecidas como peristaltismo ou movimentos peristálticos, o conduto musculoso vai espremendo os alimentos e levando-os em direção ao estômago.

Tubo Digestório Médio

Formado pelo estômago e intestino delgado (duodeno, jejuno e íleo).

ESTÔMAGO
Sistema Digestivo, Sistema Digestório
Anatomia de Estômago Sadio e de Estômago com Úlcera

O estômago é uma grande bolsa que se localiza no abdômen, responsável pela digestão das proteínas. A entrada do órgão recebe o nome de cárdia, porque fica muito próxima ao coração, separada dele somente pelo diafragma.
Possui uma pequena curvatura superior e uma grande curvatura inferior. A parte mais dilatada recebe o nome de "região fúndica", enquanto a parte final, uma região estreita, recebe o nome de "piloro".
O simples movimento de mastigação dos alimentos já ativa a produção do ácido clorídrico no estômago. Contudo, é somente com a presença do alimento, de natureza proteica, que se inicia a produção do suco gástrico. Este suco é uma solução aquosa, composta de água, sais, enzimas e ácido clorídrico.
mucosa gástrica é recoberta por uma camada de muco, que a protege de agressões do suco gástrico, que é bastante corrosivo. Por isso, quando ocorre um desequilíbrio na proteção, o resultado é uma inflamação da mucosa (gastrite) ou o surgimento de feridas (úlcera gástrica).
pepsina é a enzima mais potente do suco gástrico sendo regulada pela ação de um hormônio, a gastrina.
A gastrina é produzida no próprio estômago no momento que moléculas de proteínas dos alimentos entram em contato com a parede do órgão. Assim, a pepsina quebra as moléculas grandes de proteína e as transforma em moléculas menores. Estas são as proteoses e peptonas.
Por fim, a digestão gástrica dura, em média, de duas a quatro horas. Nesse processo o estômago sofre contrações que forçam o alimento contra o piloro, que se abre e fecha, permitindo que, em pequenas porções, o quimo (massa branca e espumosa), chegue ao intestino delgado.

INTESTINO DELGADO
Sistema Digestivo, Sistema Digestório
Órgãos Anexos que participam do Processo Digestivo no Intestino

O intestino delgado é revestido por uma mucosa enrugada que apresenta inúmeras projeções. Está localizado entre o estômago e o intestino grosso e tem a função de segregar as várias enzimas digestivas. Isto dá origem a moléculas pequenas e solúveis: a glicose, aminoácidos, glicerol, etc.
O intestino delgado está dividido em três porções: o duodeno, o jejuno e o íleo.
Assim, o duodeno é a primeira porção do intestino delgado a receber o quimo que vem do estômago, que ainda está muito ácido, sendo irritante à mucosa duodenal.
Logo em seguida, o quimo é banhado pela bile. A bile é secretada pelo fígado e armazenada na vesícula biliar, contendo bicarbonato de sódio e sais biliares, que emulsificam os lipídios, fragmentando suas gotas em milhares de micro gotículas.
Além disso, o quimo recebe também o suco pancreático, produzido no pâncreas, contendo enzimas, água e grande quantidade de bicarbonato de sódio, de maneira que favorece a neutralização do quimo. Assim, em pouco tempo, a “papa” alimentar do duodeno, vai-se tornando alcalina e gerando condições necessárias para ocorrer a digestão intra-intestinal.
Já o jejuno e o íleo é considerada a parte do intestino delgado onde o trânsito do bolo alimentar é rápido, ficando a maior parte do tempo vazio, durante o processo digestivo.
Por fim, ao longo do intestino delgado, depois que todos os nutrientes foram absorvidos, sobra uma pasta grossa, com detritos não assimilados e com bactérias, já fermentado, que segue para o intestino grosso.


Tubo Digestório Baixo

Formado pelo intestino grosso (ceco, cólon ascendente, transverso, descendente, a curva sigmoide e o reto).

INTESTINO GROSSO
Sistema Digestivo, Sistema Digestório
O intestino grosso mede cerca de 1,5 m de comprimento e 6 cm de diâmetro. É local de absorção de água (tanto a ingerida quanto a das secreções digestivas), de armazenamento e de eliminação dos resíduos digestivos. Está dividido em três partes: o ceco, o cólon (que se subdivide em ascendente, transverso, descendente e a curva sigmoide) e reto.
No ceco, a primeira porção do intestino grosso, os resíduos alimentares, já constituindo o “bolo fecal”, passam ao cólon ascendente, depois ao transverso e em seguida ao descendente. Nesta porção, o bolo fecal permanece estagnado por muitas horas, preenchendo as porções da curva sigmoide e do reto.
O reto é a parte final do intestino grosso, que termina com o canal anal e o ânus, por onde são eliminadas as fezes.
Para facilitar a passagem do bolo fecal, as glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco a fim de lubrificar o bolo fecal, facilitando seu trânsito e sua eliminação.
Note que as fibras vegetais não são digeridas nem absorvidas pelo sistema digestivo, passam por todo tubo digestivo e formam uma porcentagem significativa da massa fecal. Sendo portanto importante incluir as fibras na alimentação para auxiliar a formação das fezes.


Disponivel em:"< https://www.todamateria.com.br/sistema-digestivo-sistema-digestorio/ >" - Acessado em: 20/03/2017 - 21:20.

Fotossíntese